O que antes erá só ficção cientifica mostrada em filmes e games, agora é quase realidade e num futuro bem próximo será real.
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Todos os dias milhares de investidas são realizadas por hackers, que envenenam pela internet vários computadores com vírus que se instalam e roubam informações, abrem portas, derrubam sistemas entre outros. Os principais alvos são: o governo, instituições militares, bancos, empresas privadas, departamentos de pesquisas, o Google, as redes sociais... Informações secretas são roubadas, fraudes no sistema financeiro são aplicadas. Tudo isso é motivação para se investir em treinamento e em pesquisas tecnológicas avançadas com o intuito de vencer uma guerra que se formata a cada dia que passa, Cyber War. Os ataques são cada vez mais sofisticados, a tecnologia nas mãos de criminosos virtuais, disseminam pelo mundo uma preocupação constante em produzir mecanismos de defesas eficientes a ponto de neutralizar os agentes virtualmente nocivos.
Não é novidade, mas no Brasil foi criado a alguns anos um Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) do Exército brasileiro, que tem a sua frente o General Firewall apelidado assim por conta da missão de barrar os vírus e invasões de hackers, semelhança com o software de defesa dos sistemas operacionais.
"Nossa política é de defesa-ativa", disse o general Santos em entrevista ao portal IG em 2011.
“Não buscamos atacar outras nações, o que queremos é proteger nossos sistemas. Quem sabe fazer a defesa, sabe que arma foi usada e também pode atacar, mas só pensamos nisso dentro de uma estratégia de neutralizar uma fonte de ataque, não fora dela” disse.
Exitem várias notícias de que países estão criando super vírus, verdadeiros espiões cibernéticos para atacar uns aos outros, nada comprovado, será mesmo especulação? Porém fundamentam a ideia de que futuramente não será preciso usar armas de fogo para destruir ou prejudicar significativamente uma nação. Exemplo disso é o vírus Stuxnet*, notícia veiculada pelo The New York Times, teria sido desenvolvido pelos Estados Unidos em parceria com Israel no intuito de retardar o programa nuclear do Irã.
O Brasil se mantem fora desse tipo de empreitada, ficando assim na linha de defesa e cotra-ataque a seus invasores virtuais. Até quando isso será possível?
Em um futuro bem próximo as guerras serão em sua maior parte virtuais, através dos ataques de nações contra nações, pelo controle das redes de informações confidenciais, e como tudo será controlado por computadores os mesmos serão atacados diariamente, muita tecnologia a serviço de ataques e defesas, ganha quem tiver a melhor arma cibernética.
Já é uma nova realidade computacional o armazenamento de dados na internet, que são chamados de armazenamento em nuvens, computação em nuvens, entre outras possibilidades de concentramento de informações em determinados data center divididos pelo mundo. Serão esses os principais alvos de ataques virtuais?
Guerra Cibernética é bem ilustrada pela ficção do revolucionário filme MATRIX, que nos remete a uma batalha cibernética controlada por indivíduos extremamente capacitados em tecnologia, tanto para o bem como para o mal. Assim soldados poderão travar suas batalhas através dos sofisticados equipamentos de hardware e software interligados pela rede.
Piratas de computadores terão agora que enfrentar dispositivos robustos em tecnologia anti-hackers que dificultará o acesso às informações secretas. A criptografia que já é uma realidade nossa vai ganhar aperfeiçoamento tal que para serem quebradas poderá demorar anos de tentativa. Todos os conceitos que agora conhecemos de segurança será fichinha diante do que virá em bem pouco tempo.
Enfim é importante que já possamos vislumbrar em detrimento do que possuímos no presente o futuro que virá, para que estejamos preparados para ele, e que assim formemos nossos filhos e netos para essa nova realidade. Lembre-se que nós é que construímos o futuro que queremos.
Por: Clemilson Souza - Webbideias Brasil
Segundo Wikipédia:*Stuxnet é um worm de computador projetado especificamente para atacar o sistema operacional SCADA, desenvolvido pela Siemens para controlar as centrífugas de enriquecimento de urânio iranianas. Foi descoberto em junho de 2010 pela empresa bielorrussa desenvolvedora de antivírus Kasperski. É o primeiro worm descoberto que espiona e reprograma sistemas industriais.[1] Ele foi especificamente escrito para atacar o sistema de controle industrial SCADA, usado para controlar e monitorar processos industriais.[2]O Stuxnet é capaz de reprogramar CLPs e esconder as mudanças.[3] O vírus pode estar camuflado em mais de 100 mil computadores, porém, para sistemas operacionais domésticos como o Windows e Mac OS X, o worm é inofensivo, só funciona efetivamente nas centrífugas de enriquecimento de urânio iranianas, já que cada usina possui sua própria configuração do sistema SCADA.







Toda essa tecnologia poderia ser empregada só para fazer o bem a humanidade.
ResponderExcluirMas o homen tem sempre que ser egoista e promover o mal.